"Quando se trata de felicidade nada pode ser definitivo".
Começo este post com a frase acima por concordar com o argumento. O conceito de felicidade que utilizamos hoje está relacionado com o âmbito econômico de nossas vidas. Este conceito é fruto do nosso tempo, como todo o conceito o é. A reflexão sobre o que significa, para cada um de nós, o termo felicidade pode ser de grande valia para alcançarmos este estado de espírito, e pode nos ajudar a compreender o contexto de "crise" em que vivemos agora.
Após fugir um pouco do argumento inicial, volto a ele. Concordo que a felicidade não é definitiva e baseio-me em experiências vividas, que me levaram a considerar a satisfação um sentimento muito mais válido, por ser duradouro e constante, em oposição à efêmera felicidade (minha amiga Fernanda não me deixa mentir).
Abaixo está o link para a leitura das reflexões do sociólogo Zygmunt Bauman, publicadas no caderno Cultura de Zero Hora, no dia 11/04/2009.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Liberdade
Liberdade. Na minha prematura opinião é a ausência de relações. Ou seja, a não-liberdade pressupõe a minha relação ou com alguém ou com algo, sempre na dialética dominado e dominante, ora um ora outro.
Esse conceito ideal de liberdade, com a supressão de qualquer relação, nos remeteria a uma situação em que poderíamos fazer o que quiséssemos, em qualquer momento, mas que nos poria em frente à questionamentos difíceis de responder: o que eu realmente quero para mim? Ou, como diz a música: o que é que eu vou fazer com essa tal liberdade? O que eu vou fazer na ausência de relações?
Talvez a própria música responda, em seu verso final: você é tudo o que eu queria.
Para reflexões mais balizadas, recomendo os link's abaixo:
http://jcrs.uol.com.br/noticias.aspx?pCodigoNoticia=12441&pCodigoArea=42 - sítio acessado em 25/04/2009 às 12:52h.
Esse conceito ideal de liberdade, com a supressão de qualquer relação, nos remeteria a uma situação em que poderíamos fazer o que quiséssemos, em qualquer momento, mas que nos poria em frente à questionamentos difíceis de responder: o que eu realmente quero para mim? Ou, como diz a música: o que é que eu vou fazer com essa tal liberdade? O que eu vou fazer na ausência de relações?
Talvez a própria música responda, em seu verso final: você é tudo o que eu queria.
Para reflexões mais balizadas, recomendo os link's abaixo:
http://jcrs.uol.com.br/noticias.aspx?pCodigoNoticia=12441&pCodigoArea=42 - sítio acessado em 25/04/2009 às 12:52h.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Reflexões sobre o Desenvolvimento Sustentável
Desde os primeiros indícios desta crise econômica que assola o mercado mundial, venho acompanhando as notícias publicadas a respeito nos diversos meios de comunicação. De posse destas informações, articulei um raciocínio sobre o tema-título, embasado, também, nos conhecimentos adquiridos, até o momento, na Faculdade de História que curso. Por ser o meu argumento oriundo de considerações feitas sem o rigor de uma pesquisa científica, fiquei receoso em expô-lo. Até o momento.
Ao me deparar com o artigo que publico ao final das minhas considerações nesta postagem, vi semelhanças entre a minha opinião e a de cientistas de ofício, o que encorajou-me a compartilhá-la. Vamos a ela.
Como sabemos, o planeta Terra e todas as interações de vida existentes nele são regidos por um princípio elementar: equilíbrio.
Há muito tempo que os seres humanos já não vivem mais dentro desta regra, usufruindo dos bens naturais que o planeta oferece em condições que este não consegue suportar.
Pois bem, mesmo que aja um esforço de toda a humanidade para que este consumismo se torne sustentável, o máximo que poderemos fazer é retardar a exaustão dos recursos.
Toda a riqueza produzida pelo homem, todos os bens de primeira ou não necessidade que consumimos, tem origem nos recursos naturais do planeta em que vivemos. E a velocidade com que consumimos é superior à velocidade de reposição destes pela Terra. Não podemos esquecer que, mesmo nos apartando da natureza, ainda estamos sujeitos a ela. E nisto reside um ponto crucial que deveria permear os debates ambientalistas, econômicos, sociais e políticos.
Não acredito que seja possível colocar em prática o politicamente correto "desenvolvimento sustentável" que é pregado, pois ele pressupõe equilíbrio, algo que há muito não existe na relação exploratória do homem com a natureza. Teríamos que rever a nossa práxi econômica para torná-lo sustentável. E aqui volto ao início da minha explanação: este momento é ideal para este debate, mas dependerá da percepção que os verdadeiros timoneiros de nossas sociedades venham a ter das causas e consequências desta crise. Porém, isto não nos isenta de revermos as nossas práticas particulares de consumo.
É claro que o assunto não se esgota aqui, mas minha intenção ao publicar este texto é provocar a crítica sobre o assunto.
No link abaixo, o artigo encorajador.
Crise ambiental é social e política - http://jcrs.uol.com.br/noticias.aspx?pCodigoArea=32
Link's de vídeos interessantes:
O Desafio da Sustentabilidade - http://www.cpflcultura.com.br/video/desafio-da-sustentabilidade
Desenvolvimento Sustentável: uma utopia? - http://www.cpflcultura.com.br/video/desenvolvimento-sustentavel-utopia
Ao me deparar com o artigo que publico ao final das minhas considerações nesta postagem, vi semelhanças entre a minha opinião e a de cientistas de ofício, o que encorajou-me a compartilhá-la. Vamos a ela.
Como sabemos, o planeta Terra e todas as interações de vida existentes nele são regidos por um princípio elementar: equilíbrio.
Há muito tempo que os seres humanos já não vivem mais dentro desta regra, usufruindo dos bens naturais que o planeta oferece em condições que este não consegue suportar.
Pois bem, mesmo que aja um esforço de toda a humanidade para que este consumismo se torne sustentável, o máximo que poderemos fazer é retardar a exaustão dos recursos.
Toda a riqueza produzida pelo homem, todos os bens de primeira ou não necessidade que consumimos, tem origem nos recursos naturais do planeta em que vivemos. E a velocidade com que consumimos é superior à velocidade de reposição destes pela Terra. Não podemos esquecer que, mesmo nos apartando da natureza, ainda estamos sujeitos a ela. E nisto reside um ponto crucial que deveria permear os debates ambientalistas, econômicos, sociais e políticos.
Não acredito que seja possível colocar em prática o politicamente correto "desenvolvimento sustentável" que é pregado, pois ele pressupõe equilíbrio, algo que há muito não existe na relação exploratória do homem com a natureza. Teríamos que rever a nossa práxi econômica para torná-lo sustentável. E aqui volto ao início da minha explanação: este momento é ideal para este debate, mas dependerá da percepção que os verdadeiros timoneiros de nossas sociedades venham a ter das causas e consequências desta crise. Porém, isto não nos isenta de revermos as nossas práticas particulares de consumo.
É claro que o assunto não se esgota aqui, mas minha intenção ao publicar este texto é provocar a crítica sobre o assunto.
No link abaixo, o artigo encorajador.
Crise ambiental é social e política - http://jcrs.uol.com.br/noticias.aspx?pCodigoArea=32
Link's de vídeos interessantes:
O Desafio da Sustentabilidade - http://www.cpflcultura.com.br/video/desafio-da-sustentabilidade
Desenvolvimento Sustentável: uma utopia? - http://www.cpflcultura.com.br/video/desenvolvimento-sustentavel-utopia
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