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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Pré-história
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
Sem levar Sartre por Dostoiévski
Produto seminovo com preço atraente
De bairro e de nicho
Ainda em relação ao ponto, ele diz que não vê como um empecilho para o sucesso o fato de estar em uma região bem residencial e de poucos pedestres. “Claro que uma rua com muita gente passando a pé é interessante. Mas acho que assim também pode funcionar. Essa é a ideia do livre mercado; todos podem conviver. Quem abre um mercadinho não pode pensar só no supermercado, como quem abre uma butique não pode pensar que só existe loja de departamento”, analisa.
- Palavraria, livros e café - Vasco da Gama, 165. Telefone (51) 3268- 4260
- Iconográfica – Castro Alves, 995. Telefone (51) 3392-0782
- Livraria Passos - Protásio Alves, 2866. Telefone (51) 3397-1767
- Bamboletras - General Lima e Silva, 776. Telefone (51) 3227-9930
terça-feira, 7 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Oxigenando a democracia
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Lewandowski defende maior correspondência entre voto e vontade do eleitor
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
E a hipocrisia se faz presente
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Matriz energética com envolvimento de todos
Rosa Maris Rosado
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Direito à felicidade
Emprego – que a todos seja dado o direito a um trabalho decente. E que haja a justa recompensa pelo trabalho executado. Sem reconhecimento não há contentamento. Amor – que homens e mulheres conjuguem o verbo amar em todas as pessoas. Que a concordância verbal atinja todos e que seja sempre empregado no plural. Como parágrafo único, acrescento que nos relacionamentos conjugais não haja sujeitos compostos nem sujeitos ocultos. Amar é um modo eficaz de encontrar aventura. Amizade – aqui está a síntese que traduz tudo o que o dicionário diz ser a felicidade. A amizade não é uma questão de ideias políticas, filosóficas, literárias, religiosas, não é um manejo de frases, não é um saber científico. A amizade é o produto direto das vivências, sofrimentos, renascências de cada um num conjunto de muitos. Felicidade, enfim, é o que vivi dia 7 de novembro passado quando, na Feira do Livro, vi tantos amigos e amigas aguardando na fila por um autógrafo meu. Que a todo o povo seja concedida a felicidade que meus amigos me proporcionaram naquele dia.
Anna Maria Petrone Pinho
quarta-feira, 16 de março de 2011
Educação e professores são a redenção nacional
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Ao invés de aprovar semianalfabetos, sigamos o exemplo da Coréia do Sul
Apesar de todas essas medidas, uma recomendação do Conselho Nacional de Educação (CNE), aprovada pelo ministro Fernando Haddad nos últimos dias do governo Lula, quer acabar com a reprovação nos três primeiros anos do Ensino Fundamental.
Mas será que a mais recente medida não é apenas um meio de encobrir o que deveria ser feito de outra forma? Não deveríamos estar nos focando em melhorar a qualidade ou em manter os jovens por mais tempo na escola? Ao invés de aprovar todos os alunos, independentemente do que tenham aprendido, deveríamos tomar como exemplo países que até poucas décadas atrás apresentavam péssimos índices educacionais.
A Coreia do Sul seria um bom exemplo de como um país cresce tendo como alavancador a educação. Há 60 anos, a nação asiática estava destruída por uma guerra civil que a dividiu ao meio, deixou um milhão de mortos e a maior parte da população na miséria. Como resultado, um em cada três sul-coreanos era analfabeto. Hoje, oito em cada dez chegam à universidade. Isso não foi feito dando ao aluno a oportunidade de avançar no ensino sem nem ao menos saber ler. Ao contrário, em oito horas de escola diariamente, o segredo está em fazer com que o aluno não passe um dia sem entender a lição.
Lá não houve uma "recomendação" para a não reprovação de alunos, mas uma lei que tornou o Ensino Básico prioridade. Os recursos foram concentrados nos primeiros oito anos de estudo, tornados obrigatórios e gratuitos, como são até hoje. Além disso, bons alunos têm bolsas de estudo e o governo incentiva pesquisas estratégicas. Disso saiu mais um resultado: a Coreia do Sul cresceu 9% ao ano por mais de três décadas.
Outra questão importante é o salário dos professores brasileiros. O piso nacional do magistério, em vigor desde 2008, paga por 40 horas semanais R$ 1.187,00. No caso do Rio Grande do Sul, onde o programa adotado é o de 20 horas, o piso é proporcional, de R$ 593,98. Apesar disso, o básico na categoria no Estado é de R$ 356,00. Lá na Coreia do Sul, um professor ganha o equivalente a R$ 10.500,00 mensais.
Em 2008, a Organização Internacional do Trabalho e a Unesco publicaram um ranking mundial de salários de professores em 38 países. O Brasil (média de R$ 11 mil por ano) aparecia no antepenúltimo lugar, perdendo apenas para Peru (média de R$ 9.500,00 por ano) e Indonésia (média de R$ 3.200,00 por ano). Nossos vizinhos Uruguai e Argentina pagavam uma média de R$ 20 mil por ano.
Neste ano, um estudo da PricewaterhouseCoopers mostrou que, em 2050, o Brasil será a quarta economia do mundo. A previsão é de que, ainda em 2011, o Brasil supere pela primeira vez a França e, em 2013, ultrapasse o Reino Unido, atingindo a sétima posição incentivada pelo mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais. E onde fica a educação nisso? O Brasil tem avançado muito em diversos setores, mas deixar todo mundo passar e não assumir a responsabilidade por uma educação de melhor qualidade, com professores melhor remunerados... isso é o Brasil de hoje.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sobre o aumento das tarifas dos transportes coletivos de Porto Alegre
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Revolução cultural no Brasil: um devaneio para Dilma
A grande revolução brasileira: se tornar uma nação para todos os filhos. Esse ideal aparece ao longo dos séculos em situações diversas, conhece avanços e retrocessos, mas continua sendo um ideal. Concretizá-lo é o nosso destino.
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4926548-EI8214,00-Revolucao+cultural+no+Brasil+um+devaneio+para+Dilma.html – sítio acessado em 03/02/2011 às 10:01h.
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Caos criativo: modo de usar
Folhapress/Divulgação/JC
O Facebook divulgou que publicou 750 milhões de fotos sobre o último Réveillon alimentado pelos seus mais de 500 milhões de usuários famintos conseguidos em menos de sete anos de funcionamento. Repito: 750 milhões de fotos que antes iam para uma caixa velha ou uma gaveta agora estão na nuvem para quem quiser olhar.
As veneráveis livrarias seguem o mesmo caminho, sitiadas pelo e-livro e pelo e-comércio. Que chegaram para mais do que tudo facilitar e muito a vida dos amantes de livros, é oportuno exclamar diante do eterno choro dos pessimistas/saudosistas.
Como escrevi aqui no ano passado: se você pensa que sabe tudo, está obsoleto. Quem diz que sabe tudo sobre o seu próprio negócio está morto. É preciso inovar. Para fazer mais rápido, mais sustentável, mais barato, mais produtivo, melhor.
Aproveitem. Mergulhem. Publiquem. Alimentem. Processem. Lancem sementes. Colham respostas. Colham clientes. Colham amigos.
Publicitário e presidente do Grupo ABC
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O mercado da saúde e as emergências
É previsível uma maior demanda de atendimento em determinadas épocas do ano, em determinados dias da semana. Do ponto de vista gerencial a questão é: Que medidas devem ser acionadas para, num primeiro momento, amenizar o sofrimento pela espera da assistência médica e, num segundo momento, corrigir completamente o problema? Na realidade brasileira tem-se uma complexa equação onde o planejamento centralizado de saúde se associa com a lógica de mercado. Quando pende para um lado ou outro, tem-se uma situação perversa onde a demanda que excede a oferta é racionalizada, de maneira grotesca, pela longa e torturante espera em salas abarrotadas de pessoas em sofrimento. A solução do problema da superlotação nos serviços de saúde passa pelo redimensionamento dos serviços de emergência, e consequentemente, dos leitos disponíveis tanto no setor privado quanto no setor público. É enorme o preconceito com os serviços que prestam assistência aos beneficiários do SUS, em benefício dos serviços particulares. No entanto ambos atuam da mesma forma no atendimento aos pacientes que urgentemente necessitam de cuidados. As evidências apontam que tanto o subsistema privado quanto o público se encontram contidos em sua capacidade de responder adequadamente à demanda da população. A solução passa, inexoravelmente, por acordos públicos e privados. Setores públicos e privados, unam-se em prol do alívio do sofrimento torturante nas emergências.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Ecocidadania e neoindividualismo
Esse neoindividualismo está se convertendo numa nova forma de “ética” universal, difundida especialmente pelos monopólios midiáticos, concretizando o que já havia sido anunciado por Thomas Hobbes: o critério da lei do mais forte, que abandona os seres humanos à gestão insegura dos riscos ambientais. E por destruir a dimensão coletiva, solidária e democrática das relações sociais, ele rompe os vínculos de integração e instala os seres humanos numa cultura de consumo e satisfação imediatos, da mesma forma que torna sagrada a competitividade fundamentalista como a base antropológica das relações entre indivíduos e produz uma negação ao diálogo, uma espécie de autismo social de consequências imprevisíveis. Nesse âmbito, fica quase impossível o efetivo exercício da ecocidadania, retirando paulatinamente a legitimidade para a utilização dos instrumentos judiciais disponíveis ao terceiro setor, se este não representar uma verdadeira oposição ao neoindividualismo, desde as suas práticas internas. Para Ribeiro, é em razão disso que as agremiações do terceiro setor ambiental, ao invés de fomentar a cizânia que milita em favor do neoindividualismo antropológico, devem buscar a integração e a educação da sociedade, para que a união ganhe a queda de braço contra o invisible hand que separa para conquistar.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Vestibular para crianças
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
E nem desculpas convencem sobre má educação
Mais um problema na realização, na aplicação ou no sigilo das provas do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem. Há décadas, o vestibular era o terror dos que terminavam o Clássico, o Científico, Técnico em Contabilidade, Secretariado ou Normal, entre outros cursos secundários, para a prestação do vestibular para ingressar em qualquer faculdade, fosse pública ou particular. Pois o Brasil, de lei em lei, de norma em norma, de modelo em modelo não consegue padronizar, aplicar e ter eficiência no Ensino Fundamental nem no Ensino Médio. Como está, tudo indica que o Exame Nacional do Ensino Médio criou mais problemas do que os solucionou. O Enem veio para dar uma oportunidade para os estudantes mais desfavorecidos. No entanto, quem sai bem no Enem também vai bem no vestibular de múltipla escolha, no dissertativo, em redação e em matemática. E quem vai mal no Enem, vai mal em tudo. De tanto forçar a inclusão social artificialmente no ensino, quando a preocupação deveria ser, antes de mais nada, repetimos, o Ensino Fundamental amplo, geral, irrestrito e, muito mais, obrigatório e de qualidade para as crianças do Brasil, o que se observa é um elenco de cotas, exames e avaliações por motivos nem sempre justificados, embora sempre explicados. E nem as explicações têm convencido a opinião pública, menos ainda os alunos que prestam tais avaliações. A diferença de desempenho entre os estudantes em função da faixa de renda é marcante, dolorosamente marcante. Isso é inaceitável no sistema escolar. Estamos medindo o aprendizado com o Enem, com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e com o Sistema de Avaliação da Educação Básica, um problema que deveria ter sido solucionado anteriormente. Há décadas que estamos medindo. Faz muito tempo que é sabido que esses problemas existem. E tudo o que se pratica é medi-los? Não tem sentido. Nenhum problema vai ser resolvido porque ele foi medido várias vezes. Essa é uma distorção do modelo.
O mais triste é que de erro em erro, de fraude em fraude, de desorganização em desorganização a autoestima nacional cai. Simultaneamente, em concursos públicos, futuros profissionais de áreas fundamentais ao Estado pagam para ter acesso às provas de maneira fraudulenta. Que cidadão teremos para exercer tarefas importantes logo adiante? O pior é que está surgindo mais uma explicação para a irresponsabilidade em que se transformou o Enem, que é colocar a culpa nos donos de cursinhos pré-vestibulares, os quais estariam perdendo dinheiro. Claro, antes havia o pavor das provas. Tanto que, há 50 anos, em Porto Alegre, chocou o suicídio de um rapaz que foi reprovado no vestibular e, não aguentando a inevitável frustração da família pela não aprovação para entrar na faculdade preferida, tirou a própria vida. Outros tempos, outro contexto, mas a tragédia ocorreu no bairro Rio Branco. Vamos ter melhores explicações e mais gestão – uma palavra hoje odiada pelos responsáveis pela educação e saúde pública no Brasil. Fazer as coisas bem feitas e de maneira clara, organizada, em todo o País. O Exame Nacional do Ensino Médio em si em uma medida salutar e democrática, desde que bem elaborado e aplicado. Mas temos alguns nem estão aí para a opinião pública.
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=46159 – sítio acessado em 11/11/2010 às 08:32h.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Breve reflexão sobre o conhecimento histórico
Inacabado como todo conhecimento científico, mas também por causa dos eventos que analiza e das fontes que utiliza. Os eventos históricos são, por natureza, irreprodutíveis. O historiador os acessa através dos registros legados pelo tempo e suas circunstâncias, assim como pelos agentes históricos, com toda a sua carga de subjetividade inerente. A esta junta-se a do historiador, manifestada em sua metodologia e em sua interpretação. O conhecimento daí advindo pode ser revisado, sob a luz de novos estudos. Em linhas gerais, é assim que se constrói o conhecimento histórico, que pretende refletir, e apenas pode, uma parte da realidade passada, jamais a sua totalidade.
Em face das necessidades dos nossos dias, o conhecimento histórico, principalmente o que diz respeito à história mais recuada, é um artigo prescindível, deslocado para o campo da erudição. Este conhecimento não é pragmático. Porém, o saber histórico nos instrumentaliza de maneira a nos deslocarmos com mais facilidade pela vida, uma vez que nos viabiliza a compreensão da nossa realidade. Enfim, nos potencializa como seres humanos e nos capacita a agir ativamente em nosso cotidiano.
Estas duas qualidades que, inicialmente, parecem desacreditar o conhecimento histórico, pelo contrário, mostram a sua riqueza como ciência estabelecida e instrumento social. Reconhecer a sua natureza não torna a História menos relevante.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A vida em cenas
e faz piruetas para o povo sorrir;
no palco, o homem, num ato cênico,
teatraliza o real para o povo se divertir;
no palanque, o homem, num ato cínico,
realiza, teatral, o seu projeto pessoal,
com a cara lisa e o bolso cheio
do real alheio;
e ao povo enganado, nem pão nem circo.
Carlos Alberto de Assis Cavalcanti
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Ética é valor ou contexto?
Edson Olliver
Quem tem formação jurídica deveria ser o primeiro a cobrar respeito aos valores e princípios constitucionais ou não? São várias as questões em aberto. O Marketing de Kotler superou a ética? A visão de Porter é uma realidade? Al Ries tem razão? Ou somos uma Nação da estética que supera a ética? Ou apenas dobramos uma esquina errada? Estas eleições vão responder todas as questões, a começar pelo nível de maturidade democrática, da ética, da estética, da dialética, dos princípios. Mas, principalmente, do grau de hipocrisia. Quanto mais madura uma democracia, menor o grau de hipocrisia, eis a velha premissa. Estarão certos os cientistas políticos e sociais? Só as urnas irão nos responder. O momento da verdade vai emergir do tipo de povo que somos. E está próximo.
MBA em Gestão
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=39069&codp=1451&codni=3 - sítio acessado em 02/09/2010 às 11:48h.
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